É LEI: MULHERES DE ARUJÁ TERÃO ACESSO A CHECK-UP PREVENTIVO DE SAÚDE

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O prefeito Luís Camargo (PSD) sancionou o projeto de lei de autoria da vereadora Professora Cris, que institui em Arujá a Campanha Check-Up das Mulheres. A lei nº 3.847, de 03 de julho de 2026 visa promover a saúde feminina e ampliar o acesso das mulheres a exames médicos, periódicos e preventivos.

De acordo com a nova lei, a realização da Campanha levará em conta a disponibilidade orçamentária e financeira, podendo ocorrer de forma periódica, conforme o planejamento da Prefeitura e diretrizes da rede municipal de saúde, considerando sempre as necessidades da população.

“Queremos consolidar as políticas públicas destinadas às arujaenses, garantindo mais saúde e qualidade de vida para todas. Isso porque, apesar dos avanços na área da saúde, muitas mulheres ainda enfrentam dificuldades no acesso à informação, à prevenção e à realização de exames periódicos, seja por falta de tempo, desconhecimento ou até mesmo pela ausência de ações específicas de incentivo”, apontou a Professora Cris.

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A vereadora lembra que está em construção na cidade o Pró-Mulher, um espaço de saúde especializado para o atendimento do público feminino. A ordem de serviço foi emitida pela Prefeitura Municipal em 2025. “A expectativa é que o prefeito Luis Camargo entregue no próximo ano a clínica especializada para as mulheres, que está em execução na Fazenda Rincão. Pensando no bem-estar e na saúde das mulheres, apresentamos esta proposta, que se tornou lei e garante que em único dia e em só lugar as mulheres façam os seus exames de rotina, otimizando o tempo e ganhando agilidade nos cuidados médicos”, afirmou.

Saúde da mulher

Estima-se que mais de 36 milhões de brasileiras entre 25 e 64 anos não realizaram ao menos uma coleta de exame de Papanicolau no intervalo de três anos, segundo dados do 2º quadrimestre de 2024, da análise da ImpulsoGov, considerando dados do SISAB (Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica), do Ministério da Saúde.

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Em paralelo, a mortalidade por câncer de colo de útero atingiu seu pico dos últimos 22 anos. Em 2022, a taxa de mortalidade por este câncer foi de 6,4 a cada cem mil pessoas, vitimando 6.983 mulheres no País, segundo números do Observatório da Saúde Pública, da Umane.

Entre os resultados previstos com esta lei está o fortalecimento da atenção básica, que desempenha papel essencial na prevenção e no acompanhamento da saúde da mulher, a redução de riscos e a possibilidade de intervenções mais eficazes e precoces. “Trata-se de uma medida de relevante interesse público, que reforça o compromisso com a saúde, a qualidade de vida e a dignidade das mulheres na nossa cidade”, reforçou.

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