O Fundo Social de São Paulo, em parceria com a Prefeitura de Itaquaquecetuba, está levando mais cursos profissionalizantes do programa Caminho da Capacitação para a praça Padre João Álvares, no Centro. São 60 vagas distribuídas em três turmas de 20 alunos, todas voltadas ao universo do vestuário com carga horária de 40 horas: corte e costura, consertos e ajustes, e customização de roupas.
As inscrições devem ser feitas até esta quinta-feira (20) pelo site www.cursofussp.sp.gov.br ou presencialmente na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, na rua Dom Thomaz Frey, 89 – Centro, das 8h às 16h. As aulas começam na próxima segunda (24) e seguem até 4 de setembro em três períodos: corte e costura, das 8h às 12h, consertos e ajustes, das 13h às 17h, e customização de roupas, das 18h às 22h. A idade mínima para participar é 18 anos.
O curso oferece aulas teóricas e práticas, e as carretas possuem internet, climatização, máquinas de costura e ferramentas para o aprendizado. “Mais do que ensinar a manejar uma máquina de costura, a carreta se transforma em uma sala de aula móvel, colocando conhecimento técnico, criatividade e novas possibilidades de geração de renda ao alcance dos moradores”, destacou o prefeito Eduardo Boigues.
Corte e costura é a porta de entrada para quem deseja compreender o processo de transformação do tecido em uma peça de vestuário. A formação aborda desde a escolha dos tecidos até corte, montagem e acabamento. Com isso o aluno pode confeccionar peças para uso próprio, atender encomendas, trabalhar em oficinas e confecções ou iniciar uma atividade autônoma em casa.
O curso de consertos e ajustes tem uma aplicação ainda mais imediata, pois trabalha o aperfeiçoamento das técnicas de costura para reparos e ajustes em peças como blusas, calças, saias e vestidos. É uma possibilidade de empreender com baixo investimento inicial, já que barras, ajustes de medidas, reparos e pequenas reformas podem ser realizados em casa.
A customização de roupas acrescenta ao conhecimento técnico um componente de criatividade e valor agregado. Os alunos vão aprender técnicas para personalizar peças e acessórios utilizando bordados, pinturas e diferentes aplicações. Uma peça que seria descartada pode ganhar uma nova identidade e voltar ao mercado. Para o pequeno empreendedor, é a possibilidade de trabalhar com segmentos que não dependem da escala de uma grande confecção.
“São áreas que têm demanda e podem abrir possibilidades profissionais para os moradores. Queremos incentivar a capacitação e ampliar as alternativas de geração de renda na cidade”, finalizou o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Luciano Dávila.
*Fotos: Mariana Acioli*



























