O FUTURO DA FISCALIZAÇÃO: PROJETO DE LEI DE JOÃO SABUGO QUER FORMAR CIDADÃOS CONSCIENTES EM SUZANO

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Suzano, com seus mais de 300 mil habitantes, pode estar prestes a dar um passo importante para o futuro de sua cidadania. O vereador João Batista de Azevedo Nogueira (PRD), o João Sabugo, apresentou um projeto de lei que visa implementar a Educação Fiscal nas escolas municipais. A proposta busca ir além das salas de aula, transformando as crianças e adolescentes em fiscais do futuro e, consequentemente, em cidadãos mais conscientes e participativos.

Para o vereador, a iniciativa é um investimento no futuro da cidade.

“A Educação Fiscal não é apenas sobre números. É sobre formar cidadãos que entendam o valor de cada centavo arrecadado, que fiscalizem e que ajudem a construir uma Suzano mais justa para as futuras gerações”, afirma o vereador João Sabugo.

De acordo com o vereador, o projeto não cria uma nova disciplina, mas integra o tema de forma transversal, utilizando a base curricular já existente nas 70 escolas municipais. A proposta parte do princípio de que a criança que entende que o imposto de seu sorvete ou brinquedo ajuda a pagar o uniforme do coleguinha ou o hospital dos seus avós se torna parte da solução, não do problema.

Além de ensinar sobre a arrecadação de tributos, a Educação Fiscal também estimula o controle social e o combate à sonegação. As crianças e adolescentes aprenderão que têm o direito e o dever de acompanhar como o dinheiro público é utilizado, cobrando das autoridades uma gestão responsável.

A proposta está alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que já prevê a inclusão de temas como ética, cidadania e educação financeira. Dessa forma, o projeto de lei fortalece práticas pedagógicas já existentes, sem sobrecarregar o currículo escolar.

A iniciativa de João Sabugo é vista como um passo estratégico para formar uma nova geração de suzanenses mais conscientes, críticos e comprometidos com o bem-estar de sua cidade, valorizando o patrimônio coletivo e fortalecendo a ética pública. “Educar para fiscalizar é, antes de tudo, educar para transformar”, explicou João Sabugo.

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