ITAQUÁ RECEBE PRÊMIO DO PROJETO DE MEDIAÇÃO DE CONFLITOS NO AMBIENTE ESCOLAR

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O projeto “De pequeno que se aprende a conciliar”, aplicado nas escolas municipais de Itaquaquecetuba, conquistou o prêmio Conciliar é Legal, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na categoria instrutores de mediadores e conciliadores.

A premiação busca homenagear instituições que apresentaram práticas que podem contribuir para a solução consensual de conflitos. A iniciativa do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) é resultado de uma parceria com a Secretaria de Educação de Itaquá.

O município é o primeiro do país a receber o projeto que auxilia na redução de conflitos entre os estudantes com a aplicação de técnicas de conciliação e mediação, tornando o ambiente mais harmonioso e colaborativo.

“Estamos orgulhosos do resultado dessa iniciativa. O projeto veio para agregar o nosso processo de ensino e de aprendizagem. Essa é mais uma ferramenta pedagógica que trouxe oportunidade para as crianças aprenderem a resolver conflitos”, disse a secretária de Educação, Maria Cristina Perpetuo.

O projeto tem como ponto de partida a série de livros infantis sobre conciliação de autoria da conciliadora Rosane Antunes, que aborda de forma lúdica as ferramentas da conciliação a partir de brincadeiras infantis, explorando conceitos como escuta ativa, empatia e respeito ao próximo.

Em agosto de 2024, 40 estudantes visitaram o Tribunal e foram recebidos por magistrados, servidores e pelo presidente do TRF3, Carlos Muta. Em outubro, foi inaugurada uma sala de conciliação na EMEB Vereador Augusto dos Santos.

“Tivemos uma queda de 30% no número de conflitos no ambiente escolar. Esse projeto chegou para contribuir ainda mais com a educação dos nossos estudantes. Queremos oferecer acesso a boa convivência para que eles construam relacionamentos saudáveis. Ser a primeira cidade e essa premiação com certeza nos motiva ainda mais”, destacou o prefeito Eduardo Boigues.

A solenidade de entrega do prêmio aos vencedores será no 19 de maio, na sede do CNJ, em Brasília, no Distrito Federal. A premiação é um reconhecimento de iniciativas autocompositivas que destacadamente contribuem para a pacificação de conflitos, o aprimoramento e a eficiência do Poder Judiciário.

Fotos: Divulgação

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